• Um exemplo são as piscinas públicas que não só proporcionam o contato dos olhos com o cloro que pode causar conjuntivite alérgica devido à química colocada na água, mas também pode causar a conjuntivite bacteriana que é passada de um sujeito para outro através do mesmo contato com a água parada da piscina.

    Os sintomas são: olhos avermelhados e lacrimejantes, dor persistente, sensação de que há areia nos olhos, dor ao encarar uma luz direta e pálpebras inchadas e uma grande produção de secreção amarelada e, pela manhã, a pessoa acorda com as pálpebras coladas.

    Já a água salgada, pode causar irritações devido a grande concentração de cloreto de sódio, ou seja, o sal da água do mar pode diluir ou anular as funções e a fisiologia da lágrima, devido à alteração dos meios de proteção e nutrição da córnea.

    Por isso, óculos de mergulho são muito recomendados ou evitar abrir os olhos embaixo d’água também ajuda a prevenir contato direto com a água.

    O sol em excesso também pode ser um inimigo, por isso opte por óculos de sol com proteção ultravioleta, eles evitam a passagem dos raios de luz com comprimento de ondas superiores ao violeta e que são nocivos ao núcleo das células do olho humano, podendo causar degenerações da conjuntiva (pterígeo), ceratites, catarata e doenças degenerativas da retina. Os óculos também funcionam como escudo protetor para elementos externos como areia e suas impurezas que podem machucar os olhos.

    Por isso, cuidar dos olhos deve acontecer não só no calor, mas todos os dias.


    Fonte: Hospital de olhos